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Veja como é feito um carro (Parte 3)

A linha de montagem de um carro pode ser dividida em três etapas principais: o corte das chapas de aço que formam o "esqueleto" do automóvel, a pintura da carcaça e o encaixe dos componentes elétricos e mecânicos.

Nessa parte mais cara da fabricação de um veículo, na qual os robôs são maioria, são instalados estofados, bancos e equipamentos eletrônicos. Ao longo da linha de montagem, resto das chapas de aço são recolhidos por esteiras subterrâneas e seguem para a reciclagem.

As linhas de montagem mundo afora seguem sempre essa ordem básica desde os tempos do empresário americano Henry Ford, que inventou as linhas para fabricar automóveis no início do século 20. Antes de Ford, os carros eram produzidos um a um. A idéia do empresário de fazer várias unidades ao mesmo tempo revolucionou a indústria automobilística no mundo todo, barateando os custos de produção e tornando os carangos mais acessíveis ao povão. Apesar de o princípio de funcionamento das montadoras ainda permanecer o mesmo há cerca de cem anos, algumas inovações tecnológicas foram sendo incorporadas. Uma das principais diferenças entre uma fábrica de hoje e uma dos tempos de Henry Ford é no nível de automação do processo, ou seja, o uso cada vez maior de robôs na linha de montagem. 


Veja como é feito um carro (Parte 2)

Depois do Design, as atenções se voltam para o processo de produção. A fabricação só começa quando o design estiver finalizado. 

As peças de um carro produzido no Brasil são 80% fabricadas pela indústria nacional. As milhares de partes que compõem um carro são transportadas por robôs que respondem por 70% de todo o processo, e ajustadas pelas mãos do homem. Na linha principal mais de 4 mil peças são inseridas no carro, como fiação elétrica, painel, bancos, cintos... Essas peças vêm prontas de fornecedores externos ou de outros setores da fábrica.
Já a velocidade com que os carros e as pelas serão fabricadas depende da demanda de vendas dos veículos. É possível diminuir ou aumentar a velocidade de produção de acordo com o número de carros vendidos. 
A parte mecânica (motor, freios, suspensão) é uma das últimas a chegar. O motor vai até a linha de montagem levado por elevadores especiais. Só no final as portas são montadas.


Qual a diferença entre um carro de corrida e um carro convencional?




A grande diferença está no conceito de construção de cada um deles. Quando vão projetar um automóvel de passeio, os engenheiros se preocupam, por exemplo, com o conforto do motorista. Já as equipes de corrida não estão focadas nisso. Ou você imagina o supercampeão da Fórmula 1 Michael Schumacher pedindo para a Ferrari deixar o carro um pouco mais lento, pois a trepidação o está incomodando? 



Para os engenheiros que projetam automóveis de passeio, não só o conforto, mas também a durabilidade, a segurança e até o preço que custará o veículo são coisas fundamentais. "Na F-1 em competição, a palavra de ordem é desempenho", diz o engenheiro Ricardo Bock, coordenador do curso de engenharia mecânica automobilística da Faculdade de Engenharia Industrial (FEI). O resultado é que o sonho de dirigir uma Ferrari por aí a 300 km/h pode se transformar em pesadelo para os simples mortais acostumados aos carros macios que rodam pelas ruas. Dirigir um F-1 não é nada agradável e, após 15 minutos, é provável que o novato no assunto tenha a sensação de ter levado uma verdadeira surra...

Além da questão do conforto, outra grande diferença conceitual é em relação à durabilidade. Não é absurdo afirmar que as peças de um F-1, mesmo aquelas que custam milhares de dólares, são descartáveis. Motor, freio, suspensão, pneus e outras partes trabalham sempre no limite da resistência e sofrem um desgaste excessivo. Após algumas dezenas de voltas nas pistas, tudo é substituído por componentes zero-quilômetro. Como nenhum motorista ficaria feliz em comprar novas pastilhas de freio a cada três semanas, abrir mão do desempenho máximo em troca de maior durabilidade parece um bom negócio.

FONTE: Mundo Estranho

Tec Racing equipe revendedora Militec-1

A partir de Abril a Equipe Tec Racing será revendedora Militec-1 que é um condicionador de metais líquido sintético de coloração dourada, similar aos óleos SAE-10 em viscosidade

Mesmo que, na maioria dos casos, Militec-1 seja adicionado ao óleo não altera a composição físico-química, nem o intervalo de troca do óleo. Este condicionador pode ser aplicado puro (em locais de atrito entre me, que não utilizem óleo ou graxa) ou adicionado a qualquer tipo de óleo ou graxa existente no mercado, sejam eles minerais ou sintéticos.Não contém parafinas cloradas, PTFE, flúor, solventes, óleos condutores, melhoradores de viscosidade, metais, bissulfeto de molibdênio, zinco, enxofre, súlfur, grafite, nem outros sólidos quaisquer.

Aprovado pelo Comando Médico da Armada dos Estados Unidos - US NAVY - justificação e Aprovação n°. 89-006 para uso a bordo de submarinos movidos à energia nuclear Militec-1 não é tóxico e nem inflamável. 




COMO FUNCIONA? 



Simplesmente usa o lubrificante como um meio para chegar às superfícies metálicas em atrito e aos pontos críticos de calor dentro do equipamento. Chegando a esses locais, Militec-1 sai completamente do lubrificante, e suas moléculas fixam-se na superfície metálica (*adsorção). Isso ocorre entre 38°C e 66°C, dependendo das condições de atrito e carga. 

O efeito dessa reação enrijece a superfície metálica (não a endurece) tornando-a aproximadamente 17 vezes mais resistente quando a reação se completa. Além do aumento da resistência da superfície metálica, reduzindo drasticamente o atrito e o arrasto parasítico entre os metais.




MILITEC-1 É DIFERENTE 

As partidas a frio são responsáveis por 80% do desgaste total dos motores, pois durante esse processo ocorre o contato de metal com metal devido a ausência momentânea de lubrificação. Mas aplicando-se Militec-1, ocorrerá o contato de Militec-1 com Militec-1, protegendo a superfície metálica e evitando esse desgaste significativo. 

Aplicações: 
Pode ser aplicado em todos os tipos de equipamentos, tais como: motores de todos os tamanhos, a diesel, gasolina ou álcool (etanol), de dois ou quatro tempos; transmissões e diferenciais automotivos e industriais; compressores de todos os tipos, incluindo os de refrigeração; rolamentos; redutores; mancais; bombas; sistemas hidráulicos; correntes; armas; karts, jet-skis, skates; bicicletas; hobby Modelismo; entre outros. 
Militec-1 é também um excelente fluido de corte para ferramentas de torno e usinagem. 
Militec-1 funciona em qualquer lugar onde duas peças de metal se friccionam, sem alterar as tolerâncias de folga do equipamento. 
Todos os Motores, 2 e 4 Tempos, Rolamentos, Caixas de Câmbio manual e automáticas, enfim aonde tiver atrito de metal com metal, use o Militec-1 e sinta os benefícios.

Benefícios: 
  • Reduz o atrito e, consequentemente, o desgaste.
  • Aumenta a potência usando a mesma energia.
  • Melhora a acomodação entre os anéis de pistão e as paredes do cilindro, resultando em melhor compressão.
  • Requer menos energia para dar a partida nos motores.
  • Reduz o calor gerado nas partes móveis em atrito.
  • Reduz a oxidação, a decomposição térmica e a corrosão.
  • Reduz a emissão de gases poluentes.
  • Permanece adsorvido às peças, independente das trocas de óleo.
  • Mantém a lubrificação permanente em todas as superfícies metálicas.
  • Não afeta a viscosidade, nem as propriedades físico-químicas do óleo.
  • Não altera as tolerâncias de folga do equipamento.
  • Protege as peças inclusive no caso de contaminação do óleo por outros elementos (gasolina, diesel, álcool, água, solventes, poeira, etc.). 
  • Evita que contaminantes (borras, vernizes, carbonizações) e partículas se depositem nas superfícies metálicas.
Para mais informações Fale Conosco.
Obs.: motores ou equipamentos que estejam com desgaste acima da tolerância podem não obter os benefícios mencionados.